O Chat GPT é perigoso para os redatores? Estas 3 descobertas mostram o contrário!

o chat gpt é perigoso

Eu definitivamente não pensei diferente de muitos profissionais da escrita que conheço: na minha mente, existia de fato a afirmação de que o Chat GPT é perigoso para os redatores. Na verdade, assim que as notícias sobre a popularização dele começaram a se propagar, cheguei realmente a sentir medo.

Com o passar do tempo, porém, fui me acalmando e percebendo que não havia necessidade de tanto alarde. E uma experiência recente que tive me provou ainda mais isso.

Relaxe, colega de profissão: a Inteligência Artificial, aqui representada pelo “Chat Gipiti”, ainda não é o grande inimigo que pareceu ser há alguns meses.

E, nos próximos parágrafos, eu explico a experiência que me levou a ter esse pensamento.

Bora fazer a leitura?

 

Sobre o meu primeiro contato com esta tecnologia, em relação ao meu trabalho

Tudo começou no dia 19/02/2024: até então, eu nunca havia aberto o Chat GPT para nada, nem mesmo para fuçar, sabe?

Mas, nesse dia me vi assinando essa ferramenta, pois iniciaria um teste em uma empresa que colocou como pré-requisito o uso da versão mais atualizada do Chat, para a criação de textos noticiosos.

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Até aí, tudo certo. Afinal, olha essas vantagens:

  • A empresa faria o reembolso da assinatura mês a mês;
  • A ferramenta me entregaria o texto praticamente pronto, precisando de no máximo uns 2 ajustes;
  • Eu teria muito tempo poupado, precisando somente copiar o que o Chat GPT me entregasse para colar no WordPress e seguir com o processo de postagem.

Tudo lindo, né?

Pois mal sabia eu que uma certa dor de cabeça estaria pela frente, rs.

Aliás, é importante ressaltar uma coisa: esses textos exigidos pela empresa em questão eram relativamente simples, basicamente notícias curtas (média de 600 palavras) sobre temas diversos, como signos, aposentadoria e etc. E o volume de texto por dia é TÃO GRANDE que eles de fato não exigem máxima qualidade, sabe?

Por isso acabaram aderindo à Inteligência Artificial, de modo a dar mais agilidade para o redator.

o perigo do chat gpt para os redatores

Era assim que eu ficava quando achava que o Chat GPT é perigoso | Imagem: freepik.com

Mas, francamente: senti, de verdade, que a ferramenta foi bastante falha, mesmo se tratando de conteúdos bem simples e até mesmo rasos.

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Por fim, não teve jeito: eu só pensava em como é besteira achar que o Chat GPT é perigoso para o redator.

 

Não acredite que o Chat GPT é perigoso para os redatores

Esse pensamento que expus acima me veio até antes dessa experiência pessoal, pois já havia visto as análises de diversos profissionais da área.

Mas essas 3 descobertas que fiz, enquanto usava o precioso, me fez ter ainda mais certeza de que, ao menos por enquanto, “nossa classe” não tem o que temer:

 

Descoberta 1: A Inteligência Artificial ainda é um tanto burrinha

Você já deve ter visto aquelas imagens que a IA cria, nas quais as pessoas têm 6 dedos, e pode ter pensado “huuum, vc não é tããão inteligente assim”.

E o mesmo acontece em relação aos textos.

Havia um script lindíssimo, super bem feito, que eu tinha que usar. E, mesmo assim, sempre era preciso dar mais comandos depois.

Pedia subtítulos, e o Chat GPT não colocava. Pedia um número mínimo de palavras, e ele entregava sempre umas 200 palavras a menos. Entre outras coisinhas que mostram que ele ainda tem muito o que aprender.

 

Descoberta 2: O Chat GPT é, no máximo, um quebra-galho

Era exatamente isso que ele acabou sendo pra mim: um quebra-galho, pois muito ajuste eu tinha que fazer por conta própria, já no WP.

O “grosso” do trabalho ele fazia, que era escrever boa parte do conteúdo.

Mas, mesmo assim, eu ainda tinha que escrever o resto e arrumar diversos erros que ele me entregava. E, entenda: para mim, é MUITO difícil confiar até mesmo no trabalho de outros redatores. Então, obviamente não iria sentir segurança em algo entregue por uma Inteligência Artificial que em seu próprio site diz que pode cometer erros.

E ainda bem que eu era desconfiada e lia tudo, viu?

O problema é que nesse processo todo eu perdia um bem valioso, sobre o qual falo abaixo.

 

Descoberta 3: Ele parece um “super agilizador”, mas pode, na verdade, fazer perder tempo

E bota perda de tempo nisso!

Não sei se eu que sou devagar, mas se fosse para escrever e postar cada texto desse eu levaria, sei lá, uns 30 minutos (considerando a baixa complexidade e etc). E tendo o Chat GPT como meu parceiro de trabalho para agilizar as coisas eu gastava… uns 30 minutos! rs

Essa sempre era a média, ou seja: um negócio que era para facilitar minha vida estava me fazendo perder o mesmo tempo, e ainda estava me causando certo estresse.

Ah, e detalhe: em dois dias seguidos tiveram momentos no qual ele simplesmente só dava erro, e voltava ao normal depois de algumas horas. Talvez tenha sido por causa do navegador, não sei… Mas perdi um baita tempo.

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Enfim…

Fiz uma semana de teste na tal empresa, percebi que não ia rolar, recebi meu reembolso, cancelei meu plano na Open AI e, como ainda tinha mais dias pra usar, resolvi fazer novo teste, para uma entrega que estava pendente para um cliente.

E, adivinha só…

A decepção veio de novo, rs.

Dei os comandos, fui fazendo novos pedidos pra ferramenta pra aprimorar a entrega e, mesmo assim, o texto que recebi era mais genérico que muito medicamento que encontramos por aí, isso sem contar que estava bem abaixo do número de palavras que eu havia pedido.

Ai, olha, francamente… Se você também pensa que o Chat GPT é perigoso para os redatores, coloca uma dose de esperança aí nesse seu coração, pois ainda vai demorar para ele roubar seu trabalho.

Isso, claro, desde que você saiba trabalhar.

 

Faça o seu trabalho bem feito, simples assim

Existem cada vez mais vagas pedindo experiência com a Inteligência Artificial? Sim!

Mas o mercado também precisa muito de quem saiba escrever de forma humanizada, com foco em atender as expectativas do leitor, ao invés de simplesmente entregar as informações de forma mais crua.

Então, se você é um redator que entende isso, ainda tem um bom tempo para ficar despreocupado.

Mas, cá entre nós: mesmo assim, busque estudar o inimigo e se capacitar em relação ao seu uso para a escrita. É algo consideravelmente simples de se fazer, e poderá te abrir algumas portas.

Isso sem citar que, caso venha a precisar desse quebra-galho, você já saberá como usá-lo.

Ah, Taty, mas ainda nem trabalho com escrita para blogs e/ou preciso aprender mais e etc”… Então, faça o único curso que indico atualmente, para quem quer ser redator ou sair na frente da concorrência nessa área: o curso Direto ao Ponto.

Ele é super elogiado pelos alunos, é de uma redatora fantástica e, ainda, tem um preço ótimo! É o combo perfeito: clique no link acima para saber mais.

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Bjs,

Taty Ferrari =*

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